segunda-feira, 7 de setembro de 2009

ESPERANÇA



Dois importantes anúncios científicos foram divulgados esses dias. O primeiro, diz respeito a uma importante descoberta no campo da cura da AIDS, a possibilidade de produção de uma vacina .

Depois de dez anos, os cientistas dizem que ainda há possibilidade de produzir a vacina, mas a descoberta pode ser o primeiro passo na luta contra o vírus HIV. Até hoje, todas as tentativas de criar uma vacina contra a AIDS fracassaram. A diferença agora é que os cientistas identificaram dois anticorpos que conseguem neutralizar o HIV e atacar uma parte do vírus que é mutante e se apresenta de forma diferente em cada pessoa.

Os anticorpos batizados de PG-9 e PG-16 foram identificados em um estudo com 1.800 portadores do vírus, mas localizados apenas em uma minoria dos pacientes.

Os cientistas agora estudam como esses anticorpos atuam, para assim desenvolver uma vacina eficaz contra a AIDS.
A doença já matou mais de 25 milhões de pessoas e existem 33 milhões de infectados pelo vírus HIV, em todo o mundo.

O outro anúncio foi em relação a Doença de Alzheimer. Cientistas britânicos, franceses e espanhóis anunciaram uma descoberta inédita sobre o mal de Alzheimer. Eles identificaram três novos genes que são fatores de risco para desenvolver sintomas de demência. É uma esperança de cura para os pacientes.

A pesquisa foi considerada a mais importante dos últimos 15 anos. Agora, entra numa nova fase: os cientistas querem encontrar tratamentos que possam, de fato, inibir a doença. O mal de Alzheimer afeta 26 milhões de pessoas em todo o mundo.

“Se pudermos retirar os efeitos prejudiciais desses genes por meio de tratamentos, poderíamos reduzir a proporção de pessoas que desenvolvem Alzheimer em 20 por cento”, afirmou a cientista e professora de Genética Neuropsicológica na Universidade de Cardiff, no Reino Unido, em conferência de imprensa em Londres.

O Alzheimer, para o qual não existe um tratamento eficaz, é uma doença neurodegenerativa que se manifesta por alterações cognitivas e comportamentais devido à morte de neurônios e à atrofia do cérebro. A doença afeta mais de 26 milhões pessoas em todo o mundo e estima-se que em 2050 o número de casos deve superar 100 milhões de pessoas.

A cura demorará, mas o preconceito e o desconhecimento em relação as duas doenças têm solução, depende de nós.

(Fontes:g1.globo.com e jornaldigital.com.br)

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