sexta-feira, 13 de novembro de 2009

GOVERNO LULA E O PAPEL DO ESTADO


Muitos dizem que o governo Lula não se diferencia do de Fernando Henrique Veloso, digo Cardoso, e de outros Presidentes que por aqui passaram. Eu também já disse esta bobagem e faço mea culpa.

O papel do Estado brasileiro no governo Lula, em minha opinião, é o maior diferencial entre os dois governos. Hoje, o Estado está deixando de ser o “Estado mínimo” pregado pelos liberais e neoliberais, para ser um instrumento alavancador ou indultor, como disse Lula, da sociedade brasileira, seja no aspecto econômico, seja no aspecto social.
O discurso de Lula na abertura do 9° Congresso de Iniciação Científica do Brasil mostra um pouco disso. Vale a pena assistir ao vídeo com um trecho.
Imperdível a estocada no Caetano. Ele merece.
Se quiser ler a íntegra do discurso ou ouvi-lo, vá ao Blog do Planalto. Lá foi postado o seguinte:


"O Estado que venceu a crise vai fazer a educação dar um salto de qualidade
A educação é a base mais concreta para o Brasil dar um salto em qualidade, e só com um Estado forte é possível investir para suprir nossas necessidades. O mesmo Estado que defendeu o País contra a crise econômica, ao injetar recursos na base da pirâmide social e permitindo que as classes mais baixas consumissem e fizessem girar a roda da economia, pode mudar o cenário educacional brasileiro, afirmou o presidente Lula na abertura do 9º Congresso de Iniciação Científica do Brasil (Conic), que está sendo realizado em São Paulo.
Lula afirmou que quer deixar um legado para o País na área da educação. Para isso proibiu no governo que investimentos em educação fossem chamados de gastos e decidiu investir pesado em educação profissional. Durante o governo Lula (2003-2010), 214 escolas técnicas serão entregues, frente as 140 que haviam sido feitas em mais de de 1909 a 2002. Além disso, o Programa Universidade para Todos (Prouni) já levou à universidade milhares de jovens da periferia que jamais poderiam pagar por um ensino superior. O governo também entregou 12 universidades, superando a marca história de 11 unidades inauguradas na gestão de Juscelino Kubistchek."

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